COMALC - Conselho do Meio Ambiente do Lions Clubes - Distrito LC-2


Dia da Terra

Dia da Terra

 

Bandeira não-oficial do Dia da Terra: O Planeta sobre um fundo azul.

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

História

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

  • Em 1972 se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicar-los.
  • O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulara por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
  • O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
  • No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.
  • "A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..."

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.

Este dia não é reconhecido pela ONU.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Escrito por mauricio.comalc às 11:54:08
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plantas do planeta

Um quinto das plantas do planeta corre risco de extinção, alerta estudo Por clipping

 

  

 

Mais de um quinto das espécies de plantas do mundo corre o risco de se extinguir, uma tendência com efeitos potencialmente catastróficos para a vida na Terra, revela um estudo.

Uma segunda pesquisa também alertou para o fato de a extinção dos mamíferos ter sido superestimada e sugeriu que algumas espécies que se acreditavam extintas ainda poderão ser redescobertas.

Diretor do Royal Botanic Gardens em Kew, Londres, Stephen Hopper disse que o relatório sobre a perda de plantas é o mapeamento mais preciso já feito sobre a ameaça para as estimadas 380 mil espécies de plantas do planeta.

“Este estudo confirma o que nós já suspeitávamos. As plantas estão sob ameaça e a principal causa é a perda de habitat pelas mãos do homem”, disse no lançamento do chamado “Sampled Red List Index”.

O estudo, realizado em conjunto com o Museu de História Natural, em Londres, e com a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), estabelece “linhas gerais” dos futuros esforços de preservação, afirmou.

“Não podemos nos sentar o observar o desaparecimento das espécies de plantas. Elas são a base de toda a vida na Terra, fornecendo ar limpo, água, comida e combustível. Toda a vida animal depende delas, assim como nós”, acrescentou Hopper.

O estudo é publicado antes de uma reunião, em Nagoia, no Japão, entre 18 e 29 de outubro, quando membros da Convenção da Biodiversidade, das Nações Unidas, estabelecerá novas metas para salvar as espécies ameaçadas.

Craig Hilton-Taylor, da IUCN, disse esperar que o encontro de Nagoia estabeleça uma meta para se evitar a extinção de quaisquer espécies ameaçadas até 2020. “Queremos nos assegurar de que as plantas não serão esquecidas”, afirmou.

Em seu estudo, os pesquisadores avaliaram cerca de 4.000 espécies, das quais 22% foram classificadas como em risco, especialmente nas florestas tropicais.

As plantas estão mais ameaçadas do que as aves, tão ameaçadas quanto os mamíferos e menos do que os anfíbios e os corais, destacou a pesquisa. Os gimnospermas, grupo de plantas que inclui os pinheiros, estão entre os mais ameaçados.

O maior perigo é representado pela perda de habitat provocada pelo homem, a maioria, conversão de habitats naturais para cultivo e criação de gado. A atividade humana responde por 81% das ameaças, disse o pesquisador do Kew, Neil Brummitt.

Ressurgimento – Outro estudo realizado por dois autores australianos demonstrou que menos espécies de mamíferos podem se extinguir, especialmente aquelas ameaçadas por perda de habitat.

Diana Fisher e Simon Blomberg, da Universidade de Queensland, disseram ter identificado 187 mamíferos que foram dados como “perdidos” desde 1500, 67 espécies das quais foram reencontradas. Seu artigo foi publicado na revista “Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences”, da Academia de Ciências britânica.

“A extinção é difícil de detectar”, ressaltou o estudo. “Espécies com grandes vácuos em seus registros de avistamento, o que as torna passíveis de ser consideradas extintas, frequentemente são redescobertas.”

Os mamíferos afetados por perda de habitat eram “muito mais propensos a ser desclassificados como extintos” do que aqueles afetados por predadores ou enfermidades introduzidos ou por sobrecaça. Consequentemente, impactos de perda de habitat ou extinção provavelmente foram superestimados, especialmente no que diz respeito a espécies introduzidas”, acrescentou.

Os autores disseram que esforços para caçar mamíferos extintos devem ser desviados das tentativas frequentemente infrutíferas para redescobrir espécies “carismáticas”, como o lobo-da-austrália, um marsupial carnívoro, considerado o último exemplar morreu em 1936 na Tasmânia.

Na semana passada, os conservacionistas anunciaram que duas espécies de um sapo africano e de uma salamandra mexicana, que se temia estarem extintos no século passado, foram reencontrados por equipes de cientistas que exploravam lugares remotos, às vezes colocando-se em grande risco.

Fonte: Folha.com



Escrito por mauricio.comalc às 09:57:39
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História do Dia Mundial da Água

História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Frases sobre o Dia Mundial da Água:

- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.

- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.

- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.

- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.

- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água.



Escrito por mauricio.comalc às 17:16:42
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Fabricante terá de recolher pilhas em lojas de varejo

02/03/2012 - 09h30

Fabricante terá de recolher pilhas em lojas de varejo

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CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO

Fabricantes e importadores de pilhas assinaram acordo com o governo do Estado de São Paulo para recolher o material descartado por consumidores e expandir pontos de coleta instalados no comércio paulista.

O acordo faz parte da política estadual de resíduos sólidos, de 2006, que prevê que a indústria se responsabilize pelo recolhimento, pelo tratamento e pela destinação final dos resíduos que produz.

Outros três setores também se comprometeram com a coleta de dejetos: o de embalagens plásticas de óleos lubrificantes, o de embalagens de produtos de higiene pessoal, cosméticos e material de limpeza e o de embalagens de agrotóxicos. A expectativa é que mais nove setores assinem acordos ainda neste ano.

"A ideia é estimular parceria da indústria com o varejo para que todos assumam a responsabilidade na coleta de resíduos. Os acordos serão acompanhados pela Cetesb", diz Flávio Ribeiro, assistente-técnico da Secretaria de Meio Ambiente do Estado.

 Diogo Shiraiwa/Editoria de Arte/Folhapress 

A Abinee, associação que representa aos fabricantes de pilhas e baterias de uso doméstico, tem programa de coleta em 1.068 pontos do país. A meta é ampliar os postos de coleta no Estado de 400 para 500 até dezembro. Atualmente, três redes de supermercado fazem a coleta e participam do programa "Abinee recolhe pilhas" --Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart.

"Desde 2011, recolhemos 120 toneladas de pilhas por meio da empresa GM&C, que gerencia a coleta, separa o material por fabricante e envia para a reciclagem", diz André Saraiva, diretor da Abinee. O custo é rateado entre as 11 marcas que integram o programa da associação.

O Brasil consome 1,2 bilhão de pilhas e baterias por ano. Para o setor, o maior problema é que parte das pilhas coletadas são pirateadas.

"Do total consumido, 400 milhões são falsificados e têm níveis de metais pesados acima do permitido, o que dificulta a reciclagem ", diz Saraiva. A empresa responsável pela coleta já identificou 213 marcas de pilhas que entram no país de forma ilegal.

                      

 

 



Escrito por mauricio.comalc às 12:44:13
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Perguntas mais frequentes sobre a extinção das sacolas plásticas descartáveis derivadas de petróleo.
1- O que foi firmado entre a Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e a Associação Paulista de Supermercados (APAS)?
A SMA e a APAS firmaram um protocolo de intenções que prevê o fim do uso das sacolinhas plásticas descartáveis derivadas de petróleo nas redes filiadas a APAS e o estímulo para que as pessoas usem alternativas como a “Ecobag”, uma sacola reutilizável, caixas de papelão, sacos e sacolas de papel, mochilas, sacola de feira, entre outras ambientalmente sustentáveis.
A ideia é que possamos atingir esse objetivo por meio de convênio e não através de lei. Ou seja, conversando com o setor, estabelecendo prazos. Queremos motivar o setor a adotar essa iniciativa, assim como vários municípios já fizeram, como, por exemplo, Belo Horizonte e Jundiaí (SP). São Paulo será o primeiro Estado a adotar esse procedimento. Para isso foi criado um grupo de trabalho, por meio da resolução 15/2011 da SMA, publicada no Diário Oficial em 21/04, que discutiu junto ao setor medidas a serem adotadas nos próximos meses, visando a substituição das sacolas de plásticos derivadas de petróleo.
2- Como surgiu esse protocolo? Desde quando existe essa discussão?
A importância de se utilizar materiais biodegradáveis para preservar o meio ambiente já é uma discussão antiga, inclusive mundialmente. Cada vez mais os países mudam seu estilo de vida em prol de produtos ecologicamente corretos. No Brasil não foi diferente, e São Paulo, com seu perfil pioneiro em questões ambientais, colocou o assunto em pauta. O município de Jundiaí já foi palco do projeto piloto, que teve grande aceitação popular, e com base nesses resultados tomou-se a decisão de estender o projeto para todo o território estadual.
3- O que o governo espera com a “medida”?
Diminuir os impactos ambientais causados pelo uso das sacolas descartáveis derivadas de petróleo, tanto pelo seu processo de produção quanto no seu descarte, que afetam pessoas, sociedades e ecossistemas. O Estado tem ainda a responsabilidade de conscientizar a população sobre as consequências dos seus próprios hábitos de consumo. Paralelamente, alternativas para o uso das sacolas descartáveis serão incentivadas para que, futuramente, exista o fim definitivo desse derivado de petróleo.
4- Haverá um prazo para que as sacolinhas de plásticos derivadas de petróleo deixem de ser distribuídas nos supermercados?
Sim, haverá um prazo de 180 dias a partir da assinatura do convênio. Ou seja, as redes de supermercados terão até o mês de novembro (o protocolo foi assinado em 9 de maio) para deixar de distribuir as sacolinhas plásticas derivadas de petróleo. É durante esse período que, mediante campanhas de conscientização, espera-se desenvolver na sociedade o hábito de utilizar recipientes retornáveis para o transporte das compras. Ainda, o grupo de trabalho formado vai analisar as opções viáveis para apresentar à população.
5- Qual a quantidade de sacolas plásticas derivadas de petróleo são utilizadas no estado de São Paulo?
Em São Paulo, o consumo mensal está na casa dos 2,4 bilhões, o que corresponderia, em uma conta simplificada, a 59 unidades por pessoa. O País já produz mais de 500 mil toneladas anuais de plástico filme (matéria-prima das sacolinhas plásticas derivadas de petróleo), produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD), resultando na produção de 135 bilhões de sacolas. Calcula-se que cerca de 90% desse material, com degradação indefinida, acaba servindo de lixeiras ou viram lixo.
6- O plástico demora uma média de 100 anos para se desfazer. Os alternativos são soluções melhores para o meio ambiente?
As sacolas descartáveis são responsáveis por diversos impactos ambientais. A gestão incorreta do seu descarte causa entupimentos de galerias e bueiros, a poluição das águas, prejuízo a vida de animais marinhos e poluição do solo. Somados a isso, o plástico é um derivado do petróleo, que é uma fonte de energia não renovável, e para sua produção é utilizado um grande volume de água e são gerados resíduos industriais.
É claro que há outros produtos feitos de plástico e é ilusório afirmar que em um período curto de tempo poderíamos diminuir nosso impacto ambiental no planeta. Porém, as sacolas descartáveis derivadas de petróleo têm como finalidade o transporte de compras e o subseqüente armazenamento de lixo caseiro, por essa finalidade, podem ser substituídas por meios mais ecologicamente corretos. As sacolas retornáveis são a melhor opção, pois podem ser reutilizadas diversas vezes, diminuindo a necessidade de mais produção e, consequentemente, causando menos impactos ambientais. A produção de lixo também diminui, já que a quantidade descartada é menor. Na falta destas, caixas de madeira, papelão e até sacolas feitas de amido são biodegradáveis, e gerariam menor poluição sólida, já que, em pouco tempo, se decompõem e se misturam ao solo. Talvez ao custo de uma certa praticidade, mas com a mesma funcionalidade, e com o comprometimento com o ecossistema e gerações futuras. Justifica-se, portanto, o objetivo de erradicação das sacolas descartáveis derivadas de petróleo.
7- Quais são as alternativas à sacola plástica?
A ideia não é banir o plástico, pois geraria um impacto grande à vida urbana a curto prazo. O aspecto aqui é tentar diminuir ao máximo o impacto ambiental na natureza, sem atrapalhar a vida do cidadão. Adaptações definitivamente serão necessárias, mas acreditamos que as sacolinhas descartáveis derivadas de petróleo não oferecem benefício suficiente que justifique o prejuízo que causam ao meio ambiente. Portanto, por ora, devido ao aspecto custo x benefício, serão os únicos produtos que têm seu uso “desestimulado”. Além disso, há diversas alternativas como as sacolas retornáveis, as ecobags, reutilizáveis, caixas de papelão, mochilas, carrinhos e sacolas de feira e toda embalagem que puder ser utilizada por muitas vezes, entre outras.
8- Quanto custará e quem pagará?
Novamente, a ideia não é substituir as sacolinhas descartáveis derivadas de petróleo, e sim mudar os hábitos de consumo. Se o cidadão leva consigo uma caixa de papelão, uma sacola retornável (como as de feira), uma mochila, ou qualquer outro meio encontrado para transportar suas compras, o custo é zero. Na falta destes, alternativas estão sendo analisadas e desenvolvidas pelo grupo de trabalho para, então, serem apresentadas ao consumidor.
9- As embalagens ambientalmente corretas serão vendidas ou dadas de forma gratuita pelas redes de supermercados?
A cobrança é uma decisão de mercado e não governamental. É claro que os estabelecimentos que distribuírem gratuitamente as opções de embalagens contarão com adesão e fidelidade do consumidor. Mas é importante estimular o uso das diversas alternativas viáveis, como sacolas retornáveis e caixas de papelão também.
10- O governo pensa em outras soluções para o lixo?
O mundo todo pensa em soluções para o lixo. Com o aumento da população e do consumo, aumenta a produção de resíduos sólidos. Este é um grande desafio enfrentado por governantes de todos os países e não há uma medida única para solucionar o problema. Há sim ações que podem minimizar seu volume. O Governo do Estado trabalha com projetos de Educação Ambiental, para conscientizar principalmente os jovens sobre a importância de uso e consumo sustentáveis e coleta seletiva. O projeto Município Verde Azul, que apóias os municípios com medidas sustentáveis. De uma maneira geral, a SMA está sempre pensando em soluções viáveis para tornar o Estado de São Paulo sustentável e fazer sua parte pra salvar o planeta.
11- Qual será o impacto ambiental com a retirada de circulação das sacolas descartáveis derivadas de petróleo?
Como mencionado, o destino final das sacolas plásticas derivadas de petróleo são aterros sanitários e ruas, devido a gestão incorreta do seu descarte. Nos aterros, as sacolas não se desintegram, mas os resíduos contidos dentro delas sim. Isso acaba gerando gás metano que, emitido na atmosfera, é um dos causadores do efeito estufa. Das vias públicas, além de serem as responsáveis por entupimentos e consequentes enchentes, as sacolas seguem para galerias, tubulações e finalmente rios e mares, onde acabam prejudicando a vida aquática.
Esses são os impactos ambientais que serão contidos com a diminuição do consumo de sacolas descartáveis. Há ainda a diminuição dos impactos ambientais referentes à fabricação do produto, como diminuição da extração dos recursos naturais, uso da água, geração de resíduos, efluentes e emissões industriais, entre outros.
12- Considerando o ciclo de vida e o material utilizado na confecção das sacolas alternativas (biodegradável, sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel, retornáveis) elas são mais sustentáveis que as de plásticos?
Sim, exatamente por não serem descartáveis e sim reutilizáveis, o consumo diminui, reduzindo assim a energia para a sua produção e o volume de lixo. Ainda, como já mencionado, economizam recursos naturais, por ter como matéria prima o petróleo, não renovável.
É importante ressaltar que, para ser sustentável, qualquer que seja a alternativa adotada pelo consumidor, o mais importante é reutilizar, reduzindo o consumo e gerando menos lixo.


Escrito por mauricio.comalc às 13:52:34
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Perguntas mais frequentes.

Perguntas mais frequentes sobre a extinção das sacolas plásticas descartáveis derivadas de petróleo

13- Hoje o consumidor usa a sacola para acomodar o lixo doméstico e outros fins. Além de possibilidades de reutilização consegue economizar por não pagar por elas. Na falta dessa embalagem o consumidor terá de comprar o saco de lixo? Neste caso, o saco de lixo (preto) não é tão poluente quanto às sacolinhas derivadas de petróleo?
No supermercado, o consumidor paga sim pelas sacolas descartáveis derivadas de petróleo distribuídas, pois,o preço já está embutido nos produtos. Quanto aos sacos de lixo (preto, vendido em todo o comércio), são recicláveis, já que são fabricados especificamente para essa finalidade.

14- Qual é a melhor solução para o consumidor? Que mudança de hábito terá de adotar frente ao banimento das sacolas plásticas?
As sacolas descartáveis são fruto de uma necessidade da sociedade moderna consumidora, que demandava um meio prático e cômodo de transportar suas compras. Porém, os resultados da busca dessa comodidade são os causadores dos diversos impactos ambientais que nos aflige atualmente. Vemos então a erradicação das sacolinhas plásticas descartáveis derivadas de petróleo como uma volta aos antigos costumes, quando era comum utilizar sacolas “de feira” para carregar suas comprar.
15 - O consumidor será penalizado e/ou terá prejuízo?
Não, nenhum consumidor será penalizado, pois essa medida não é uma lei. É um acordo que quer preservar o meio ambiente, estimulando o uso de sacolas reutilizáveis e outras fontes ambientalmente corretas e desestimulando o uso das sacolas descartáveis derivadas de petróleo, potencialmente agressivas ao meio ambiente. Ou seja, não haverá prejuízo e sim benefícios.
16 - A medida é radical por haver outros meios de reduzir o uso de sacolas como o programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas que tem a meta de reduzir 30% da circulação das sacolinhas até 2012. É possível ter uso responsável e não banimento?
O protocolo que foi firmado entre a Secretaria do Meio Ambiente e a Associação Paulista de Supermercados tem o mesmo propósito: reduzir a circulação de sacolas plásticas e estimular o uso de alternativas ambientalmente corretas, resultando no uso responsável.
17- Fere o direito do consumidor de escolher?
É preciso ficar claro que não fere o direito do consumidor, pois não é uma lei, nem proibição. É um acordo que quer estimular o uso de outras alternativas como sacolas reutilizáveis, ecobag e outras biodegradáveis. Não hã nenhuma proibição de escolha do consumidor.
18 - Terá impacto na empregabilidade do setor? É possível direcionar a mão-de-obra para a reciclagem/reutilização/reuso?
Acreditamos que não, pois haverá empresas produzindo sacolas e/ou embalagens alternativas às atuais sacolas descartáveis derivadas de petróleo.
19 - Qual é a abrangência do acordo (todo o comércio, só os mercados)?
Primeiro estamos conversando com os donos das grandes redes, mas, esperamos, a partir dos resultados obtidos, levar esse conceito para toda a sociedade e acabar, de uma vez por todas, com o uso das sacolinhas descatáveis derivadas de petróleo também no varejo. Vamos começar a ação no atacado para depois partir para o varejo. Mas, nada impede a população de cobrar desses pequenos mercados que eles implementem a nova medida. Aliás, em Jundiaí o sucesso também se deu devido a isso. Os estabelecimentos que não aderiram foram cobrados e pressionados pela própria população a se regularizar ante o risco de perder vendas.
20- Haverá alguma punição/multa a quem fornecer sacola de plástico?
Como dito antes, não haverá punição, nem multa, pois não é uma lei. É um protocolo de intenções que foi firmado com a Associação Paulista de Supermercados – APAS. O acordo prevê o estímulo para que as pessoas usem alternativas como a “Ecobag”, sacola reutilizável e sacolas biocompostáveis e, assim, desestimular o uso das sacolas plásticas descartáveis derivadas de petróleo.
21- Qual será o papel da Secretaria Estadual do Meio Ambiente?
O papel da Secretaria é coordenar os trabalho, e ajudar a estabelecer os termos do acordo e a conscientizar a população por meio de campanhas educativas. Também cabe a SMA ouvir os órgãos de defesa do consumidor para que a população seja beneficiada.
22- A Secretaria Estadual do Meio Ambiente vai contribuir financeiramente ou apenas penas apoiar ou darão algum incentivo financeiro?
A Secretaria do Meio Ambiente dará apenas apoio institucional, mobilizando sua rede de educação ambiental, conscientizando do prejuízo causado pelo uso das sacolas descartáveis derivados de petróleo. A expectativa é atingir – com informações, sugestões e dicas - as escolas da rede estadual e os órgãos que compõem o governo.
23- Haverá um plano para conscientizar a população?
A Secretaria Estadual do Meio ambiente fará campanhas de esclarecimentos nas escolas públicas, por meio de sua rede de Educação Ambiental, para conscientizar principalmente os jovens nas escolas. Também haverá parcerias com municípios que queiram levar isso para sua rede municipal. A ideia é mostrar a importância de se deixar de usar um derivado de petróleo e seu impacto no ambiente. A orientação é a melhor estratégia para que a iniciativa tenha sucesso.
24- Quais são os tipos de materiais recomendados como sustentáveis para as embalagens menos agressivas ao meio ambiente?
Para ser sustentável é importante diminuir o consumo, optando sempre pela reutilização de materiais e/ou a reciclagem. Todo produto que puder ser utilizado muitas e muitas vezes contribui com o meio ambiente.
 

Sugetão de caixa de papelão ecológica

 Clic no Link   http://www.ambiente.sp.gov.br/pdf/caixa-ecologica.pdf

 



Escrito por mauricio.comalc às 13:51:17
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Associação Internacional Lions Clubes - Distrito LC-2
COMALC - (CONSELHO DO MEIO AMBIENTE DO LIONS CLUBES).

MINI FOLEMAS ( Forum leonístico de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Auditôrio da Fundação Lions - Distrito LC-2 - Rua Botucatu, 979. 4º andar

São Paulo SP - 11/10/2011

O ÓLEO DE COZINHA
E O BIOCOMBUSTÍVEL
O Programa Bióleo foi apresentado por Teodora Tavares, gerente do projeto. Considerado duplamente sustentável, por preservar a natureza e se tornar fonte de renda, é uma alternativa que propõe transformar o óleo de cozinha usado, em biocombustível. Além do Bióleo, outros produtos foram citados. Podem ser feitos com a reutilização do óleo, cremes e pomadas, desenvolvidos pela indústria farmacêutica.
O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente por ser hidrofóbico, ou seja, não se misturar com a água e atrair resíduos, como papel, plástico e outros que, quando jogados no ambiente, atraem ratos e baratas, causando impactos negativos para o mesmo.

 

 

 

 

 



Escrito por mauricio.comalc às 13:43:22
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Aquecimento Global

 

Aquecimento Global

Entenda o aquecimento Global, Efeito Estufa, conseqüências, aumento da temperatura mundial.

 Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.

A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.

Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.

O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.

 



Escrito por mauricio.comalc às 10:23:01
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COMALC (Conselho do Meio Ambiente do Distrito LC2)

11 de outubro de 2011 às 20h00, palestra do Conselho do Meio Ambiente do Distrito LC-2 - COMALC, para todos os presidentes de Região, de Divisão e de Clubes, no Auditório da Fundação Lions, Rua Botucatu, 979.Será feita uma apresentação da Sra. Teodora Tavares, que falará da parceria do Lions com o Instituto Bióleo, e o trabalho de coleta de óleo de cozinha para transformar em Biodiesel.

Bióleo - Duplamente Sustentável e Socialmente Justo

 

O Programa Bióleo, formulado pelo Instituo PNBE e ora em implantação procura unir uma disponibilidade da ordem de 2 bilhões de litros por ano de óleo residual para uma demanda, em 2008, de 1,2 bilhões de litros para a produção de biodiesel.

Mediante a implantação de uma ampla rede de logística reversa, que envolve pontos de recepção do óleo domiciliar (isolada ou em condomínios) bares, restaurantes e cozinhas industriais.

Por isso é caracterizado como duplamente sustentável: de um lado reduz a contaminação das águas e o entupimento das redes de esgotos. De outro, substitui o diesel mineral pelo vegetal / animal que é muito menos poluente.

Mas o programa pode ter também um grande sentido social, se esse óleo residual for doado pelos seus geradores e aplicados em programas sociais ou na melhoria da remuneração dos catadores / coletores.

 

Programa Bióleo se expande para mais quatro municípios

Além dos aspectos ambiental e energético, parceria entre Essencis Soluções Ambientais e o Instituto PNBE tem proporcionado gerar renda para as comunidades

São Paulo, 22 de abril de 2010 – O Programa Bióleo – Duplamente Sustentável, realizado em parceria entre a Essencis Soluções Ambientais e o Instituto PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais, acaba de ser expandido para mais quatro municípios da Grande São Paulo. Além de Caieiras, o projeto está sendo desenvolvido nos municípios de Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairiporã e Perus. Cerca de 15 mil pessoas vão ser beneficiadas pelo Programa, sendo sustentadas pela renda obtida com a venda do óleo de cozinha, financiando desta forma as ações sociais dessas comunidades. Até o momento, 33 associações comunitárias e de bairros, 10 escolas e 11 estabelecimentos comerciais aderiram ao Programa.

O Programa tem por objetivo recolher e dar a destinação correta ao óleo de cozinha usado, organizando uma rede de logística reversa social, para que esse resíduo seja coletado em escala que justifique sua transformação em biodiesel ou bioenergia. Desta forma, evita-se também a obstrução da rede de esgoto e a contaminação da bacia do rio Juqueri. Para se ter uma ideia, cada litro de óleo pode poluir 20 mil litros de água.

Nesta fase de ampliação, as empresas parceiras estão desenvolvendo também o lado social junto às comunidades por meio da geração de trabalho e renda para as associações com projetos sociais que precisam de financiamento. “O programa também tem por objetivo gerar renda para as comunidades envolvidas, além de diminuir o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado do óleo”, comenta Teodora Tavares, gerente coordenadora do Programa Bióleo do IPNBE.

Com a renda arrecadada é possível, por exemplo, ajudar deficientes físicos, instituir programas de alfabetização de adultos, criar hortas comunitárias, cuidar dos jardins de escolas, comprar material escolar, entre outras ações sociais. “É um instrumento para a multiplicação de educação ambiental nas escolas da região. Há um trabalho de conscientização de professores que multiplicam os conhecimentos aos alunos quanto à importância de se dar o correto destino ao óleo de cozinha residual, como forma efetiva de preservação ambiental com inclusão social”, complementa Teodora.



Escrito por mauricio.comalc às 20:39:02
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Conheça a FRATO Social

Conheça a FRATO Social


Em 2006 a FRATO lançou a sua divisão Responsabilidade Social, com objetivo de contribuir para o desenvolvimento de um Brasil melhor. Expandiu as ações sociais e após uma reunião com o Instituto ETHOS, criou o grupo de voluntários, que cresceu ao longo dos anos e se tornou a FRATO Social, que tem como lema "com pequenas ações de muitas pessoas, nós transformaremos o mundo". Acreditando fielmente neste propósito, conseguimos conquistar os colaboradores do grupo, parceiros, fornecedores, amigos e parentes, garantindo sucesso em suas campanhas.



CAMPANHAS E PROJETOS REALIZADOS PELA FRATO SOCIAL


Realizamos anualmente campanhas para arrecadação de alimentos, agasalhos, brinquedos e doação de sangue. A FRATO Social desenvolve nas unidades do grupo projetos de conscientização e respeito ao meio ambiente como reciclagem de pilhas e alumínio, reaproveitamento de papel e caixas de madeirite e redução da utilização de copos e sacolas de plásticos. O objetivo de nossos projetos é despertar no cidadão brasileiro o conceito de cidadania, solidariedade e a consciência ambiental.


 


A LENDA QUE VIROU REALIDADE...E AGORA SE ESPALHA PELO PAÍS!


Com o objetivo de levar esperança e melhoria na qualidade de vida dos quie necessitam, envolveu seus colaboradores em um movimento que já se espalhou pelo Brasil e virou mania. A campanha que junta anéis de latinha de alumínio e troca por cadeira de rodas já é um sucesso. O simples ato de juntar os lacres já se transformou em mais de 600 cadeiras em três anos. Tudo indica que 2011 será melhor ainda!


PARA CONTRIBUIR COM O PROJETO É MUITO SIMPLES! São necessários aproximadamente 80 kg de alumínio, correspondentes a 140 garrafas pets cheias. Basta juntar e entrar em contato com a FRATO mais perto de você ou enviar um email para marketing@frato.com.


Mais do que um sonho, visamos a ampliação deste projeto, o aumento do número de doações, além da preservação do meio ambiente, visto que os lacres juntados são posteriormente reciclados.


Conheça algumas instituições que foram beneficiadas e fotos das entregas feitas pela FRATO Social.



CONFIRA AS NOVIDADES DA FRATO SOCIAL


Aguardem as novidades!


 




É FRATO Social fazendo a diferença para construir um Brasil Melhor.


 


Escrito por mauricio.comalc às 16:24:49
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PLANTAR UM MILHÃO DE ÁRVORES

Plantar um milhão de árvores – Você acha que isso pode ser feito?

Campanha de plantio de árvores

Uma parte importante da nossa ampliação de serviços neste ano é o cuidado com o meio ambiente. Nossa meta para este ano é plantar um milhão de árvores em todo o mundo. Isso é menos de uma árvore por sócio. Se conseguirmos cumprir essa meta, ficará provado mais uma vez que somos capazes de fazer qualquer coisa – como foi o caso ao excedermos a meta da Campanha SightFirst II. Da mesma forma quando conseguimos prevenir 1 milhão de casos de cegueira devido à oncocercose. E como faremos na nossa próxima empreitada, a erradicação do sarampo.

Por que árvores? Não é um segredo que as árvores ajudam o meio ambiente, mas talvez os benefícios decorrentes do plantio de árvores não sejam totalmente conhecidos. As árvores são como os pulmões do planeta. Elas inspiram dióxido de carbono e expiram oxigênio. Elas também reduzem a erosão para manter o solo, ajudam na preservação dos mananciais e oferecem um habitat para a vida silvestre, cada vez mais ameaçada. Falando de forma simples, plantar árvores na sua região é uma das melhores coisas que você pode fazer pelo meio ambiente local.

Qualquer um de nós pode plantar uma árvore. É uma forma muito visível e prática de cada Leão fazer a diferença. Também é uma excelente iniciativa para convidar a comunidade a participar junto com o seu Lions Clube, em um projeto colaborativo. Se podemos plantar um milhão de árvores, isto estará reforçando o potencial ilimitado que temos para fazer a diferença no mundo, como Leões.

Portanto, inclua o plantio de árvores nas atividades do seu clube neste ano e convide a família, amigos e membros da comunidade a participar. Que maneira melhor de sermos lembrados do nosso dom do serviço que acompanhar o crescimento das árvores plantadas ano a ano? Todo mês, informaremos neste site o número de árvores que estão sendo plantadas.

Neste ano, serão distribuídos prêmios especiais para reconhecer as incríveis realizações dos clubes e distritos envolvidos nos projetos de plantio de árvores. Além disso, muitos recursos estão disponíveis para nos ajudar a alcançar nossa meta de plantar um milhão de árvores. Acredito que neste ano mobilizaremos os Lions de todo o mundo a alcançar essa meta e a causar um impacto positivo sobre o meio ambiente.

 

Wing-Kun Tam
Presidente internacional

Mais de 80% das florestas que cobriam originalmente a Terra foram perdidas ou degradadas. Somente entre 1980 e 1990, a América Latina perdeu 62 milhões de hectares (6%) de suas florestas naturais, o que representou a maior perda do mundo nesses anos, com mais 5,8 milhões de hectares perdidos por ano entre 1990 e 1995. Apesar dos esforços para reverter essa tendência, o desmatamento continua a uma taxa alarmante a cada ano, principalmente na África, América Latina e Ásia/Pacífico. (Fonte: UNEP)

E por que as árvores são tão importantes? Não é um segredo que as árvores ajudam o meio ambiente, mas talvez os benefícios decorrentes do plantio de árvores não sejam totalmente conhecidos.

Árvores e o meio ambiente

Da perspectiva ambiental, as árvores são fundamentais para muitos processos que tornam possível a vida na Terra.

Segundo o UNEP (Programa das Nações Unidas para o Ambiente), as árvores são elementos fundamentais de vários sistemas naturais. Elas conservam o solo e a água, controlam as avalanches, evitam a desertificação, protegem as áreas costeiras e estabilizam as dunas de areias. As florestas abrigam aproximadamente 90% da vida terrestre e são centros vitais da biodiversidade no solo. (Fonte: Campanha de plantação de um bilhão de árvores do UNEP)

As árvores e as pessoas

As pessoas de todo o mundo dependem das árvores para sua sobrevivência. Quase trezentas milhões de pessoas moram em florestas e dependem das árvores para obtenção de madeira, remédios e comida. Outras 1,6 bilhões de pessoas dependem das árvores e florestas para sua subsistência e como fonte de renda. (Fonte: FAO)

Além disso, as árvores são vitais para a produtividade da agricultura. As árvores não somente ajudam a melhorar a qualidade do solo como também atraem os animais essenciais para a polinização, dispersão de sementes e germinação. (Fonte: World Agroforestry Centre)

Árvores e a economia

Os setores relacionados à silvicultura geraram aproximadamente US$ 500 bilhões em 2006. Além disso, US$ 189 bilhões foram produzidos por meio do comércio global de produtos primários de madeira. (Fonte: FAO)

As economias verdes focam, cada vez mais, na agrosilvicultura, uma abordagem que integra as árvores aos sistemas agrícolas para um uso mais sustentável da terra, e em outras atividades econômicas sustentáveis.



Escrito por mauricio.comalc às 22:12:44
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O destino do lixo recicláve

 O destino do lixo reciclável

Cada tipo de material requer um processo diferente de reciclagem. Confira!

Por Rodrigo Gallo / Ilustrações: Natalia D'olivo



Você sabe para onde vai o lixo reciclado? Algumas cidades possuem caminhões que só recolhem material para este fim. Isso poupa o seu trabalho e, de quebra, dá um destino adequado aos entulhos. Caso o seu município não tenha esse tipo de coleta, vale pesquisar sobre os Pontos de Entrega Voluntária (PEV). Em São Paulo, por exemplo, há 41 ecopontos espalhados pela cidade. E esse número só tende a crescer. Segundo o diretor de coleta seletiva da Prefeitura, Valdecir Papazissis, a meta é instalar os pontos em todos os distritos da capital até o fim de 2012.

A cidade possui ainda quase 4 mil PEVs em supermercados, farmácias, bancos e outros estabelecimentos. Mas atenção: antes de descartar os materiais nesses locais ou entregá-los aos caminhões específicos, é importante que você já tenha feito a triagem em casa, separando os lixos de acordo com os tipos: alumínio, plástico, vidro, lixo orgânico, remédios e outros. De lá, eles serão levados a depósitos específicos para que recebam tratamentos corretos.

Plástico 
O material é separado de acordo com a cor e o tipo e, em seguida, é moído e triturado. Depois, ele é encaminhado à própria indústria do setor, que o reutiliza. Geralmente, essas empresas pagam um preço relativamente bom pelo plástico reciclado, o que barateia os custos.

Essa prática reflete no bolso dos consumidores, que passam a pagar mais barato por determinados produtos. “O plástico reciclado pode ser utilizado, por exemplo, para fazer embalagens e garrafas de refrigerante”, explica o ecologista e consultor das Organizações das Nações Unidas (ONU) Sabetai Calderoni.

Só em São Paulo há 41 ecopontos espalhados pela cidade prontos para receber os entulhos e destiná-los à reciclagem

 Remédios
Os itens devem ser levados a postos de saúde ou farmácias, que possuem caixas específicas de coleta seletiva. De lá, materiais como algodão, gaze, seringas e agulhas são encaminhados a uma usina de tratamento, onde são primeiramente descontaminados e, em seguida, conduzidos a aterros. Remédios vencidos são incinerados em usinas preparadas para realizar esse tipo de procedimento. Vale um alerta: se esses materiais forem jogados no lixo, podem contaminar o solo e a água.

 Eletrônicos 
Em média, os brasileiros trocam de computador a cada três anos. As televisões de tubo estão sendo substituídas rapidamente por modelos em LCD. Já os antigos videocassetes foram esquecidos em algum lugar da garagem. O que ninguém sabe é que todos esses eletrônicos podem e devem ser reciclados. Em dezembro do ano passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto da Política de Resíduos Sólidos que incentiva o consumidor a levar os aparelhos antigos nas lojas onde comprou e, então, o lojista será responsável por encaminhá-los ao fabricante, que por sua vez irá desmontá-los. As peças plásticas e de metal, por exemplo, serão recicladas e reaproveitadas.

 Alumínio 
Esse é, sem dúvida, o material mais reciclado no Brasil. Estima-se que 96% das latinhas são reaproveitadas pela própria indústria de refrigerantes ou cervejas. O processo é bastante simples: o item é levado a uma usina de reciclagem onde é derretido e, posteriormente, transformado em lingotes (massas de metal). Essas peças voltam para a indústria e viram novas latinhas. E não é só isso. O alumínio reaproveitado serve para fazer esquadrias, portas, janelas ou peças automotivas. “O melhor de tudo é que o material pode ser reciclado infinitamente, e isso é bom tanto para a indústria como para a natureza”, conta o engenheiro Robson Romão, especialista em tecnologias de reciclagem.

 

Separe o lixo em casa
Coloque quatro lixeiras de cores diferentes em algum canto da casa. Por exemplo: azul (papel), vermelha (plástico), amarela (metal) e verde (vidro). Isso pode servir como estímulo para que todos os moradores da residência colaborem. Quando as latas estiverem cheias, é hora de descartar os itens em lugares apropriados. Vale uma ressalva: garrafas de plástico, vidros, alumínios e latas de óleos devem ser lavados antes de serem descartados, para que não fiquem restos de líquido ou comida dentro. Além disso, materiais como latas rasgadas, vidros quebrados e outros devem ser acondicionados de forma a não ferir quem for manusear o material no centro de reciclagem.

 Pilhas
Uma simples pilha demora até 450 anos para se decompor na natureza. Por isso, é mais do que necessário reciclar. Depois de passar por uma triagem, esse material é encaminhado a um laboratório que mói e separa os compostos para a reciclagem. Elementos como mercúrio, zinco e magnésio são purificados por meio de processos químicos, enquanto o níquel volta para a indústria para ser utilizado na fabricação de peças, e o cádmio na confecção de novas pilhas.

 Restos de construção
Eles podem ser depositados em caçambas e, assim, levados a uma usina de reciclagem. Lá, o material é separado de acordo com o tipo. É possível obter sobras de madeira, plástico, placas de ferro, vigas de aço, entre outras coisas. “Algumas Prefeituras reutilizam a madeira para a construção de novos pontos de ônibus ou mesmo bancos de praças”, explica Sabetai Calderoni. Os metais voltam para sua própria cadeia produtiva. Já o concreto é triturado e aplicado na fabricação de postes, blocos e tijolos.

Você sabia? 
Muita gente ainda não tem o hábito de reciclar. E é por isso que todos os dias são encontrados lixos e móveis velhos em córregos, piscinões ou largados na rua. Essa atitude piora a qualidade de vida da população e prejudica, ainda mais, o meio ambiente.

 Lixo orgânico 
Cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU) informam que 60% de todo o lixo produzido dentro de uma casa é orgânico. É aquele resto de arroz que sobrou na panela, cascas de batatas e ovos, o bagaço da laranja... Isso pode ser reciclado! “O lixo orgânico é submetido a um procedimento de compostagem ou biodigestão e vira adubo natural”, revela Robson Romão. Além dos benefícios ao meio ambiente, a prática traz vantagens econômicas. “Muitos países, como França e Suécia, utilizam o lixo orgânico para a geração de energia elétrica. Para obtê-la, o composto passa por um processo, onde libera metano, um gás que gera luz”, explica o consultor da ONU.

 Os frascos de remédios, gazes, seringas, agulhas e algodões também devem ser reciclados corretamente para não contaminarem o solo e a água

 Papel 
Em um centro de triagem, funcionários removem grampos e clipes que eventualmente estejam grudados nas folhas, para não danificar as máquinas.Ao mesmo tempo, eles eliminam materiais impróprios, como papel parafifinado e sulfurizado (que não podem ser reaproveitados). O resto é triturado, mergulhado na água, peneirado, aquecido a temperaturas elevadas e branqueado. Depois disso, o material é prensado, enrolado e está pronto para voltar à indústria. “A reciclagem do papel é responsável pela geração de centenas de empregos”, arremata Cláudia Luiz Monteiro, diretora de uma cooperativa da zona leste da capital paulista.

 Censo orgânico 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o Brasil possui mais de 90 mil produtores orgânicos em atividade. O mesmo levantamento aponta que o País tem uma área total de 4,4 milhões de hectares ocupada por lavoura ou pecuária orgânica. Os números integram o Censo Agropecuário, que questionou os entrevistados sobre a utilização de adubos químicos e orgânicos. A pesquisa colheu dados importantes para que o governo possa desenvolver políticas públicas apropriadas para beneficiar o setor.

 

 

Itaipu na luta pelo meio ambiente

Os responsáveis pela Usina de Itaipu, localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, abrem espaço para a população denunciar crimes ambientais, como pesca predatória, incêndios florestais e desmatamento, praticados dentro do território da hidrelétrica. Itaipu está instalada em uma área de 170 mil hectares com cataratas, rios e até mesmo terras cultiváveis; um lugar com uma grande biodiversidade animal e vegetal. Para denunciar, ligue gratuitamente: 0800.645.2002. De segunda a sextafeira, das 8h às 18h.

 Biblioteca da natureza 
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) colocou em circulação uma “biblioteca móvel” que visita comunidades carentes da região com o objetivo de estimular crianças, jovens e adultos a cuidar do meio ambiente. A ação é feita por meio de livros que ensinam a importância da reciclagem de lixo e a preservação dos recursos naturais. A ideia é criar mais micro-ônibus para ampliar a iniciativa

 

Fim dos carros poluidores
Países europeus propõem acabar com os carros movidos a diesel ou a gasolina até o fim de 2050. O intuito é reduzir a emissão de poluentes na atmosfera. Para isso, esses veículos potencialmente poluidores seriam substituídos por modelos elétricos. Além disso, a malha ferroviária entre as cidades da Europa seria ampliada, o que minimizaria a circulação de transportes mais poluentes. Em terras tupiniquins, uma montadora já realiza testes para a fabricação de carros movidos a energia elétrica.

 Selo verde 
A Associação Telhado Verde e o Green Building Council assinaram um acordo para popularizar o selo de garantia de sustentabilidade para edifícios. Essa certificação, chamada Leadership in Energy and Evironmental Design, tem reconhecimento internacional e é concedida a construções que utilizam sistemas ecológicos, como captação de água da chuva e tinta não poluente. O selo foi criado em 1998 e já certificou 14 mil empreendimentos no mundo. Só no Brasil são mais de 200 prédios com o selo verde.



Escrito por mauricio.comalc às 17:50:22
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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

 

Preservar o meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.

Vamos aproveitar este dia e listar quantas ações podemos fazer para colaborar na preservação do meio ambiente. Se todo mundo fizer um pouquinho, podemos contribuir um montão para o mundo!

Segue algumas medidas que podemos facilmente tomar em casa e na escola:


Água

  • Escovando os dentes - desligue a água enquanto faz a escovação.
  • Lavando a louça - desligue a água enquanto ensaboa pratos, copos, talheres e panelas.
  • Tomando banho - nada de banhos muito longos e quando estiver se ensaboando, desligue a torneira.


Energia

  • Desligue as luzes - ao sair do seu quarto, sala ou cozinha não esqueça de apagar as luzes.
  • Desligue aparelhos eletrônicos - não deixe a televisão, rádio ou computador ligado caso não esteja sendo utilizado.
  • Ar condicionado - utilize com moderação!
  • Lavando roupa suja - dedique dias da semana para lavar a roupa. Assim você utiliza a máquina de lavar em sua capacidade máxima, economizando energia e água ao mesmo tempo.
  • Passando roupa - também dedique dias da semana para passar roupa. Evitando assim, o liga e desliga.


Lixo

  • Coleta seletiva - tenha uma atitude bacana. Programe a coleta seletiva na sua casa. É muito fácil, basta separar os lixos em: material orgânico, papel, metal, vidro e plástico.

Desta forma, você estará fazendo uma grande contribuição à mãe natureza, já que este material será reciclado, ou seja, será reaproveitado para a fabricação de novos produtos.


Transportes

As emissões de gases emitidos pelos transportes é muito nociva para a nossa atmosfera. Mas podemos tomar algumas atitudes para contribuir na diminuição da emissão de gases.

  • A caminho da escola - Utilizar os transportes coletivos é sempre mais saudável para o planeta. Por isto, quanto mais gente utilizar um mesmo veículo melhor. Se você vai de carro para a escola, que tal combinar um rodízio com os colegas que moram perto! Além de ser uma atitude consciente, você aproveita e faz novos amigos!





Escrito por mauricio.comalc às 20:24:17
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4º FOLEMAS - VINHEDO SP

28/03/2011 - Vinhedo

4º Folemas: impactos e crimes ambientais em Vinhedo

Crédito: Karime Ribeiro
Mesa diretiva com representantes do Lions, OAB, Amlac e convidados célebres

O 4º Folemas (Fórum Leonístico de Meio Ambiente e Sustentabilidade) trouxe na manhã de sábado, 12, informações sobre projetos de reciclagem, uso correto da água e outras ações ligadas ao meio ambiente, que deveriam ser praticadas por todos. Mais que um debate ambientalista, os palestrantes mostraram muito conhecimento e alternativas viáveis para mudar o quadro em que se encontra o ecossistema local, que também interfere na esfera planetária e na qualidade de vida. O processo de degradação está acelerado, por isso, a grande preocupação com o tema.

O ÓLEO DE COZINHA
E O BIOCOMBUSTÍVEL
O Programa Bióleo foi apresentado por Teodora Tavares, gerente do projeto. Considerado duplamente sustentável, por preservar a natureza e se tornar fonte de renda, é uma alternativa que propõe transformar o óleo de cozinha usado, em biocombustível. Além do Bióleo, outros produtos foram citados. Podem ser feitos com a reutilização do óleo, cremes e pomadas, desenvolvidos pela indústria farmacêutica.
O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente por ser hidrofóbico, ou seja, não se misturar com a água e atrair resíduos, como papel, plástico e outros que, quando jogados no ambiente, atraem ratos e baratas, causando impactos negativos para o mesmo.

RECICLANDO PLÁSTICO
Vittorio Zottino, vice-presidente do COMDEMA (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) de Vinhedo, apresentou a definição de sustentabilidade, junto com dados estatísticos, demonstrando que um Planeta Terra já não é mais suficiente para suprir os hábitos de consumo da população. Destacou ainda, a importância da consciência e da mudança de atitude, inclusive das Políticas Públicas. “A gente só consegue inovar com o conhecimento gerado por meio da Educação, que só é possível através da Saúde que, por sua vez, depende de Renda”, discursou.
O palestrante, que também é economista, trouxe dados estatísticos de custo e oportunidade de mercado.
Atualmente, são coletados no Brasil, 220 mil toneladas de resíduos por dia. Destes, cerca de 2,4% são reciclados, 25,5% vão para vazadouros e lixões, 19,6% são levados para aterros controlados e 54,9% vão para os aterros sanitários. Em pouco tempo não haverá mais onde jogar tanto lixo. A luta pela regulamentação da reciclagem no estado de São Paulo, para transformar os resíduos em produtos com valor agregado, deixando de ser sub produto e atividades de cooperativas, também fez parte de seu discurso.

A IMPORTÂNCIA
DA ÁGUA PARA A VIDA
A maior degradação citada, em Vinhedo, foi a construção do Condomínio Jardim Paulista II, que caracteriza crime ambiental, o qual não prescreve e que foi causador do sufocamento de cerca de 32 nascentes e mananciais.
Para um loteamento ser liberado, é preciso alguns estudos de impactos e licenciamentos ambientais que servem para dar as diretrizes e estratégias, evitando que não aconteçam problemas futuros no empreendimento. Muitos loteamentos em Vinhedo foram liberados, supostamente, sem estes e causaram impactos negativos em nascentes e mananciais que, por sua vez, diminuiram a capacidade de captar água para a população de Vinhedo.
Segundo o palestrante Gesum Rampazo de toda água tratada, cerca de 40 % é perdida nas redes de abastecimento por falta de manutenção e entupimento por terra. Como medidas compensatórias, foram reflorestadas áreas com eucaliptos, onde a 1ª vista é uma atitude nobre, mas o eucalípto é uma espécie com raízes profundas, que atingem os lençóis freáticos, ressecando-os. Além disso, impedem o crescimento da mata nativa.
Futuramente, deve faltar água na cidade, em consequência dos gastos impensados do dinheiro público.
Usar com consciência, sem desperdício, não matar as nascentes e evitar contaminações, são ações simples que poderiam mudar o quadro atual da situação.
Fonte: Rede Folha Notícias


Escrito por mauricio.comalc às 22:35:09
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Associação Internacional Lions Clubes - Distrito LC-2
COMALC - (CONSELHO DO MEIO AMBIENTE DO LIONS CLUBES).

O 4ºFORUM LEONÍSTICO DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE - 19/03/2011 - LOCAL DO EVENTO:

TEATRO DA FACULDADE DE VINHEDO - AV BENEDITO STORANI, 470 - VINHEDO SP

 

 COMALC (conselho do meio ambiente do Lions Clubes) - Distrito LC-2 Através do Lions Clube de Vinhedo e da AMLAC-Academia de Letras, Artes e Ciências, com o apoio significativo de entidades e órgãos público, como OAB-166ª seção de Vinhedo, Elo Ambiental, Secretária do Meio Ambiente e o Comdema de Vinhedo, se uniram para o 4º FOLEMAS (Fórum Leonístico de Meio Ambiente e Sustentabilidade).

Foi uma manhã muito importante para todos os presentes,
com protocolo, tudo muito bem organizado com distribuição de pastas orientadoras incluindo o certificado de participação do 4ºFOLEMAS.
A CaL Governadora Marlene Rosa Nunes abrilhantou a todos com sua presença parabenizando a todos pelo sucesso do evento.
Seguiremos seu lema "Renascer para Fortalecer".

O 4º FOLEMAS foi a abrilhantado com diverças palestras com relação ao Meio Ambiente. A Faculdade de Vinhedo nos cedeu as instalações para este evento grandioso que envolveu a todos, trazendo conhecimento e conscientização; estivemos representados por diversos companheiros, companheiras e domadoras e convidados.
Exerceram com competência e brilhantismo, com muita simpatia e boa vontade. Parabéns a todos os presentes que colaboraram de forma efetiva para o sucesso do evento.



Escrito por mauricio.comalc às 13:11:12
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